25 de agosto de 2015

{RESENHA} Smallville | 1° temporada


Vou conversar com vocês hoje sobre este seriado que comecei a rever esse mês e já vou na quinta temporada. Por hoje só falarei na primeira temporada. Vamos lá?

Smallville: As Aventuras do Superboy aqui no Brasil, é um seriado dirigido pelo David Nutter e tem como criadores o Alfred Gough e o Miles Millar, que conta a história de um rapaz chamado Clark Kent que vive na cidade fictícia de Smallville (e traduzida aqui de Pequenópolis), Kansas. 

O seriado mescla os dias atuais com o passado distante dos anais da história. Sabe-se mais para a frente do passado e alguns símbolos (linguagem) de um povo altamente recém descoberto. Este seriado sempre teve altas taxas de exibição, notoriedade e telespectadores. Altos pontos nas médias classificatórias.

Clark no caso é o homem de aço vindo de outro planeta já destruído num cosmo desconhecido. Um caipira normal mas com um segredo mortal que esconde de tudo e de todos pelo tempo que consegue. Os pais de Clark (Jonathan e Martha Kent) sempre bem presentes e protetores deste segredos. Amigos curiosos e a cada dia mais próximos da verdade oculta. E toda a carga e relacionamentos adolescentes do colegial.

Tudo vai se desenrolando (apesar de uma forma bem esticada) coisas interessantes sobre o passado e origem de Clark e sua desenvoltura com as revelações. Enquanto isso ele vai se conhecendo melhor e ajudando muitas pessoas, desempenhando o papel de herói queridinho, porém anônimo. O que me irrita muito neste personagem é sua mania de se culpar por coisas que só sendo Deus para evitar. E me irrita muito também sua paixonite, Lana Lang. Um conto de fadas cheio de problemas nunca resolvidos.

Comecei a rever as temporadas (são 10 no total) porque queria relembrar alguns sentimentos da minha infância e porque acho fascinante o assunto que se trata na série. Adorava ver os milharais e toda a energia e pegada alienígena. Foi o principal motivo de rever o seriado. A nostalgia de quando eu via no SBT aos domingos é impagável. hahaha

Costumo pensar que esta temporada é a temporada das flores. Onde todo mundo é bobinho, começando o que corresponde ao ensino médio aqui e sem saber muito de suas origens. 

Os Luthor, uma família bilionária e cheia de traumas têm grande papel no seriado. O destino de Lex Luthor cruza-se com o de Clark num acidente em que Clark salva Lex. Uma grande amizade cheia de conflitos nasce deles. São tantos "desculpa" e "sinto muito" que já esperamos os personagens fazendo besteiras ao longo de todo o seriado e ferindo quem mais amam. E é exatamente assim, rs.

Tirando a monotonia do seriado, muitos episódios por temporada, poder relembrar minha infância foi viciante e uma delícia. Também há outros personagens importantíssimos como a repórter mais famosa da escola Chole Sullivan (aluna brilhante no que faz diga-se de passagem) que é uma ótima inspiração e o amigo fiel do Clark, Pete Ross. Mais normal e submisso impossível.

Clark só tem uma fraqueza: a pedra verde. Chamada também de Kryptonita. Outras pedras de outras cores aparecem ao longo do seriado e cada uma tem uma função diferente e uma reação diferente no Clark. Interessantíssimo. 

Ao longo desta primeira temporada muitas histórias vão se desenrolando e pessoas envolvidas com poderes bizarros devido aos efeitos colaterais de resíduos decorrente da chuva de meteoros ocorridas há anos atrás na pequena cidade. Poderes aliados aos traumas das pessoas modificadas pelas pedras dos meteoros. 


Não posso falar mais porque senão aprofundarei demais na temporada e revelarei coisas do final da temporada. Recomendo que assistam porque para quem gosta do tema sobrenatural é uma delícia. Quem já assistiu pelo SBT sempre ao meio dia, recomendo assistir de novo para ter a nostalgia que venho tendo, pois ainda vou na quinta temporada e já quero chegar na décima logo! HAHAHAHA

Quem aqui já assistiu? Vamos conversar, eu adorava este seriado e é uma honra poder revê-lo. Uma ótima terça-feira.
Ewerton Lenildo
Ewerton Lenildo

Garanto tudo, menos dignidade. Sou o furacão dos dias mansos e a brisa das trovoadas. Gosto dos detalhes e dos temperos fortes. Tudo o que eu faço na minha vida, faço com supremacia. Onde escrevo: o Viajante das Letras e o Vegano Recifense. 🌲 🌳 🌴

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Laços atemporais

Não tenho para onde fugir. Desde sempre quando falo de livro, em livro, com livro, meu coração transborda de amor e vício louco. Quando passo numa banca de DVDs não consigo deixá-la de lado. Tenho que ir, ver, comentar, compartilhar, abraçar. Esta categoria representa tudo o que implica a minha mais alta motivação. Sou bibliófilo, cinéfilo de carteirinha. Passo horas em pé na livraria e perco a noção do tempo. Falar de coisas boa me dá combustível para viver e esta categoria está recheada de presentes bons. Saiba mais aqui.

Festim enigmático

Sempre estou em festa quando falo sobre tecnologia, relacionamentos, inspirações, etc. É isto o que esta categoria representa. Queria um nome que representasse festa, ao mesmo tempo que me inspirasse e a palavra "enigmático" cai como uma luva. Trata de uma euforia que não consigo ignorar. Saiba mais aqui.

Atauúba atiaîa

Eu estava procurando uma maneira de homenagear os povos indígenas de alguma forma no meu blog. Pouquíssimas pessoas sabem, mas recentemente descobri que tenho descendência indígena de bem próxima o que me deixou mais apaixonado e agradecido ainda. Procurei algo mais geral, pois é sabido que há inúmeras tribos espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Procurei algo em tupi guarani (língua em que o nome da categoria está escrita) e achei a combinação de duas palavras. Atauúba (flecha incendiária) Atiaîa (raio de luz que reflete luminosidade). O termo Atauúba atiaîa significa a modo grosso "flecha incendiária de luz" e é tudo o que esta categoria representa para mim quando falo de organização, estudos, etc. É uma maneira mínima de honrar nossos irmãos indígenas ainda hoje tão maltratados, perseguidos e injustiçados. Saiba mais aqui.