17 de março de 2016

{FILME} Lady Jane de Robert Guédiguian


Olá queridos amigos! Tirei a liberdade de trazer hoje para vocês a resenha (minhas impressões), sobre um filme que achei bem interessante, mas que sei que não é para todo mundo. Falo do filme "Lady Jane" de 2008. Mais para frente vocês entenderão do que se trata. Comecemos. 



Nome: Lady Jane (traduzido para o português com o nome original)
Data de Lançamento: 27 de Junho de 2008
Direção: Robert Guédiguian
Produção: Robert Guédiguian
Cinematografia: Pierre Milon
Duração: 104 minutos
Alguns nomes do elenco: Ascaride Ariane, Jean-Pierre Darroussin, Gérard Meylan, Yann Trégouet, Frédérique Bonnal, Pascale Roberts, Jacques Boudet, Pascal Cervo, Giuseppe Selimo e Anna Ostby.

De acordo com a sinopse: "Muriel (Ariane Ascarde), François (Jean-Pierre Daroussin) e René (Gerald Meylan) são amigos de infância que cresceram juntos em Marselha. O trio teve um passado criminoso numa gangue que roubava dos ricos para dar aos pobres. Martin (Giuseppe Selimo), filho de Muriel foi sequestrado, ela procura ajuda com seus dois amigos, François e René, que deixam a vida pacifica para ajudar Muriel. A história passa do sequestro para a vingança após o desfecho do resgate."



Eis um filme, que me prendeu, mas é super paradão. Não foi ruim para mim. Mas não é o tipo de filme que todo mundo pode gostar. Fico até em jeito de começar a escrever sobre ele (o filme) porque não quero ser mal interpretado. Mas vamos lá. 

O filme está enquadrado no gênero de Drama. Há muito da realidade do crime e policial também. Teve quem favoritou este filme, mas na minha humilde opinião, não é para tanto. Não foi para mim. A personagem principal (como Muriel) traz consigo as marcas da dor. Não posso dizer o que acontece com seu filho, mas é do que ocorre, que ela começa uma busca desenfreada por vingança. 

Junto com Muriel há dois amigos (o René e o François) que partilharam de um passado glorioso no crime. Nos dias atuais vivem de forma "pacífica" e "legal". Pelo menos aparentemente, pois estão sempre, à margem da lei. O filme vai se desenvolvendo num ritmo bem lento e monótono (típico de alguns filmes franceses) e vai nos mostrando uma realidade sem nenhuma reviravolta emocionante. 



Confesso que a cena de encontro da Muriel com seu filho é emocionante por conta de algo que acontece. Mas nada além disso. Já era esperado o que estava por vir. Eu nem tenho muito o que falar porque é um filme com poucos acontecimentos. Entra e sai na mesmice do gênero. Percebi como a personagem principal passa uma imagem de forte por fora e é destruída por dentro. Morta. Dolorida. 

De maneira geral recomendo que não assistam. Me agradou e me deixou interessando. Só não foi o melhor filme para mim. Perco até a vontade de escrever sobre ele. =/ 

Alguém aqui já assistiu este filme? Não percam o tempo de vocês. Filme estagnado demais. Até amanhã, abraços e bons filmes.

Ewerton Lenildo
Ewerton Lenildo

Garanto tudo, menos dignidade. Sou o furacão dos dias mansos e a brisa das trovoadas. Gosto dos detalhes e dos temperos fortes. Tudo o que eu faço na minha vida, faço com supremacia. Onde escrevo: o Viajante das Letras e o Vegano Recifense. 🌲 🌳 🌴

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