6 de março de 2016

{Nostalgia} Cavaleiros do Zodíaco



Não é de hoje que assisto "Os Cavaleiros do Zodíaco". Antes de tudo quero dizer que este post é uma nostalgia para mim. Este anime marcou minha infância e me fez uma criança mais louca por super poderes (não que isto tenha sido algo válido para quando eu, por obra da genética, inevitavelmente cresci). A questão é que eu adorava este desenho. Assistia todos os dias. O horário que estivesse passando. 

Neste ano de 2016 este anime faz 30 anos que estreou na TV brasileira para nunca mais sair. Incrível como a média de aprovação foi enorme sempre que o desenho vinha com sua abertura habitual. Lembro bem de ficar cantando toda vinheta longa com os olhos vidrados na TV gigantesca e chumbo puro de tão pesada. HAHAHAHA Aquelas TVs gigantes de uns dezoito, vinte anos atrás. Era maravilhoso. E quando a noite estava chuvosa aí é que eu amava.


A saga que eu mais assisti foi a do Santuário dos doze signos (que foi a fase que a maioria das crianças assistiu). Justamente a saga que passava sempre e até repetiam episódios. Deixa eu colocar um trecho aqui da nossa amada Wikipédia que explica bem resumidamente o básico que precisamos saber do anime e de onde ele veio:

"Saint Seiya (聖闘士星矢, Seinto Seiya), conhecido nos países lusófonos como Os Cavaleiros do Zodíaco, é uma série japonesa de mangá, escrita e ilustrada por Masami Kurumada, publicada na revista Weekly Shōnen Jump de 1986 a 1990 e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

A história mostra guerreiros místicos chamados de "Cavaleiros" (ou "Saints" no original) que lutam vestindo "Armaduras" (ou "Cloths") sagradas baseadas nas diversas constelações do zodíaco que protegem cada um dos guerreiros. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra." Interessante, né? 


Confira a leitura do enredo: 

"O enredo se concentra em um órfão chamado Seiya, forçado a ir ao Santuário na Grécia para obter a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos 88 guerreiros da deusa grega Athena, conhecidos como Cavaleiros. Após despertar o poder dos Cavaleiros, uma essência espiritual que se originou com o Big Bang (chamada de Cosmo), Seiya rapidamente se torna o Cavaleiro de Pégaso e volta ao Japão para encontrar sua irmã mais velha. Como a jovem havia desaparecido no mesmo dia em que Seiya foi para o Santuário, Saori Kido, a neta do homem que enviou todos os órfãos para treinar, faz um trato com ele e o pede que participe de um torneio chamado de Guerra Galática, onde os órfãos que sobreviveram e se tornaram Cavaleiros de Bronze devem lutar para ganhar a mais poderosa Armadura: a Armadura de Ouro de Sagitário. Se Seiya vencesse o torneio, Saori iniciaria uma busca por sua irmã.

O torneio é interrompido pelo vingativo Cavaleiro de Fênix, Ikki, que deseja eliminar qualquer traço que o ligue às pessoas que o forçaram a seguir seu treinamento. Ele rouba partes da Armadura de Sagitário e enfrenta os Cavaleiros de Bronze restantes, Seiya, Shun, Shiryu e Hyoga. Com a derrota de Ikki, os Cavaleiros de Bronze são atacados pelos Cavaleiros de Prata, enviados pelo Grande Mestre do Santuário para eliminá-los. Enquanto vencem as batalhas, os Cavaleiros de Bronze descobrem que Saori é a reencarnação de Athena e que o Grande Mestre tentou matá-la ainda bebê. O Cavaleiro de Ouro de Sagitário, Aiolos, salva Saori, mas é morto logo depois. Antes disso, entrega Saori ao seu avô adotivo. Decididos a apoiar Saori, os Cavaleiros partem para o Santuário para enfrentar o Grande Mestre, mas antes de sua chegada, Saori é gravemente ferida por uma flecha. 


Os Cavaleiros acreditam que o Grande Mestre pode curá-la e tentam encontrá-lo, mas são confrontados por diversos Cavaleiros de Ouro no caminho. Depois de diversas batalhas, Seiya chega ao templo do Grande Mestre e descobre que ele é o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos, Saga, que matou o Grande Mestre em busca de poder. Saga, por ser o cavaleiro da constelação de Gêmeos, é atormentado por suas duas faces, a face do bem e a do mal. Durante o período em que esteve como Mestre do Santuário, a face má dominou sobre a boa em Gêmeos. Com a ajuda do Cosmo de seus amigos, Seiya derrota Saga e usa o escudo da estátua de Athena para curar Saori. Logo depois, já com a parte boa imperando sobre si, Saga comete suicídio como forma de se punir." O enredo é basicamente isto. A partir daí os produtores fazem mais de cem episódios para retratar toda a luta e superação dos cavaleiros de bronze. Há outros enredos das outras partes do mangá, mas não quero aprofundar. <3

"A adaptação para anime é baseada no mangá de mesmo título e segue o mesmo enredo. Produzido pela Toei Animation, teve sua estreia no Japão no canal TV Asahi em 11 de outubro de 1986 e durou até 1989. Foi dirigido por Kōzō Morishita (episódios 1–73) e Kazuhito Kikuchi (episódios 74–114). Os desenhistas da obra foram Shingo Araki e Michi Himeno, com trilha sonora composta por Seiji Yokoyama. Os escritores responsáveis por adaptar a história de Kurumada foram Takao Koyama e Yoshiyuki Suga. A série tem três sagas: Santuário (episódios 1–73), Asgard, exclusiva do anime (episódios 74–99), e Poseidon (episódios 100–114).


A série foi originalmente exibida em Portugal pela RTP entre 1992 e 1993, na sua versão original japonesa e sem genérico de abertura ou encerramento. A exibição da série acabou por ser prematuramente cancelada, com apenas 36 episódios, por alegadas queixas relacionadas com o seu conteúdo violento por parte de pais e responsáveis. Embalada pelo estrondoso sucesso de Dragon Ball Z, a SIC iniciou a transmissão de uma versão portuguesa da série em 1999, marcada pelas constantes mudanças de horário, que começou aos Domingos pelas 12 horas, passou para Terças e Quintas às 9 horas e tendo acabado nesses dias às 7:30 da manhã. A serie voltou a repetir na SIC Gold e mais tarde, em 2009, no canal Animax que transmitiu a versão original japonesa com legendas, mais a saga de Hades, até então inédita no país. Saint Seiya Omega estreou na SIC K a 3 de Fevereiro de 2014 e Lost Canvas estreou na SIC Radical a 8 de Fevereiro de 2015 sob o título de Saint Seiya: A Tela Perdida.

No Brasil, a série foi exibida originalmente pela extinta Rede Manchete entre 1994 e 1997 e foi reprisada pelo Cartoon Network a partir de 2003 e pela Band na televisão aberta desde 2004, ambos em uma versão redublada. Em 2010, a Band exibiu a saga de Hades, até então inédita no país, e que foi reprisada em 24 de Dezembro de 2012." Estou focando no anime porque senão eu não terminaria de escrever este post. E é o que eu tive vivência para falar. 


Muitos filmes e outras coisas foram inspiradas e realizadas através do sucesso que foi o mangá. Inclusive o anime. Eu queria trazer os dados técnicos e nostálgicos entrelaçados neste post porque Os Cavaleiros do Zodíaco é muito mais do que um anime qualquer. Foi uma anime que marcou uma geração em que eu estava incluso e que até hoje ainda é assistido por muitos adultos. É um anime de qualidade. 

Visitem este site caso vocês queiram saber mais sobre o anime. Clique aqui. Tem MUITA informação boa. Recomendo. 

Para finalizar, fica a pergunta: assim como eu, você foi da geração deste anime? Já assistiu? Um dia de ótimas memórias, abraço grande. 

Ewerton Lenildo
Ewerton Lenildo

Garanto tudo, menos dignidade. Sou o furacão dos dias mansos e a brisa das trovoadas. Gosto dos detalhes e dos temperos fortes. Tudo o que eu faço na minha vida, faço com supremacia. Onde escrevo: o Viajante das Letras e o Vegano Recifense. 🌲 🌳 🌴

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Laços atemporais

Não tenho para onde fugir. Desde sempre quando falo de livro, em livro, com livro, meu coração transborda de amor e vício louco. Quando passo numa banca de DVDs não consigo deixá-la de lado. Tenho que ir, ver, comentar, compartilhar, abraçar. Esta categoria representa tudo o que implica a minha mais alta motivação. Sou bibliófilo, cinéfilo de carteirinha. Passo horas em pé na livraria e perco a noção do tempo. Falar de coisas boa me dá combustível para viver e esta categoria está recheada de presentes bons. Saiba mais aqui.

Festim enigmático

Sempre estou em festa quando falo sobre tecnologia, relacionamentos, inspirações, etc. É isto o que esta categoria representa. Queria um nome que representasse festa, ao mesmo tempo que me inspirasse e a palavra "enigmático" cai como uma luva. Trata de uma euforia que não consigo ignorar. Saiba mais aqui.

Atauúba atiaîa

Eu estava procurando uma maneira de homenagear os povos indígenas de alguma forma no meu blog. Pouquíssimas pessoas sabem, mas recentemente descobri que tenho descendência indígena de bem próxima o que me deixou mais apaixonado e agradecido ainda. Procurei algo mais geral, pois é sabido que há inúmeras tribos espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Procurei algo em tupi guarani (língua em que o nome da categoria está escrita) e achei a combinação de duas palavras. Atauúba (flecha incendiária) Atiaîa (raio de luz que reflete luminosidade). O termo Atauúba atiaîa significa a modo grosso "flecha incendiária de luz" e é tudo o que esta categoria representa para mim quando falo de organização, estudos, etc. É uma maneira mínima de honrar nossos irmãos indígenas ainda hoje tão maltratados, perseguidos e injustiçados. Saiba mais aqui.