19 de julho de 2015

Um cântico chamado Smash! | 1° temporada

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Olá meus queridos, tubo bem com vocês? Vou comentar um pouco hoje aqui com vocês sobre a 1° temporada de um seriado que já foi finalizado, mas que não se tornou ruim por causa disso. Pelo contrário, na minha humilde opinião, merecia sim muitas e muitas temporadas de continuação. Vamos lá?

Não fica aquele sentimento inacabado, amargurado e de "caramba, deveria ter continuidade"? E digo mais, é nessas horas de cancelamentos e finalizações que pensamos: "mas há tantos seriados péssimos que são renovados e tantos maravilhosos, lindos, destroçadores e bla bla bla que são cancelados e jogados no mar do esquecimento, PQ PQ PQ PQ?". Pois é, exatamente. E temos esse sentimento de forma histérica e revoltante, é natural. A gente que acompanha esses seriados espetaculares e que do nada são cancelados, leva um tapa na cara de decepção e depressão. HAHAHA

Com Smash não foi diferente. Estava lá, eu, de maneira alegre, sentado na minha cadeira de empresário (não) quando finalizei a primeira temporada de Smash. Terminei com aquele risinho de "que delícia de temporada, que delícia de apresentações, quantos talentos." Assim como fiquei na deprê quando foi cancelado/finalizada em sua 2° temporada.
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Smash é um seriado musical criado pela Theresa Rebeck e produzida pelo Steven Spielberg. Estreou na emissora americana NBC (National Broadcasting Company) em 06 de fevereiro de 2012, mas já vinha sendo planejada a anos. O legal é que vemos muitas músicas originais criadas especialmente para o seriado. Compostas e escritas por Marc Shaiman e Scott Wittman. 

Cada episódio tem aproximadamente 42 minutos de duração e tem como idioma original o inglês. Tem como os Estados Unidos seu país de origem.  

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A série se desenvolve no coração de uma das cidades mais idolatradas e movimentadas do planeta: Nova York. Um grupo de novos talentos e atores do mundo artístico (selecionados a dedo dentre muitos candidatos) se unem para desenvolver um musical da Broadway com o tema em foco, nada mais nada menos, como inspiração a estrela sem pudor conhecida como Marilyn Monroe. Porém problemas pessoais podem interferir diretamente no trabalho desses atores. Essa primeira temporada rege um curso que de início não dá para imaginar e agrada a cada novo episódio. Ao menos me agradou.

O que mais me empolgava no seriado e o que me fazia acompanhar toda semana com episódio novo, era o fato dos personagens sempre na trama, darem o seu melhor em tudo o que faziam quando relacionado ao meio profissional, ao meio artístico e à carreira de forma geral. Como trabalhavam com música, se dedicavam incansavelmente a isto, ensaiavam muito e, não deixavam nada atrapalhar seu desempenho, muito menos a concorrência. O profissionalismo da Julia com seu trabalho (ela era compositora e co-escritora do musical), era inspirador. Sem contar que ela, a Debra Messing é uma mulher lindíssima. Graciosa no papel. 

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Derek também era brilhante como diretor e era muitas vezes insensível com os participantes, não se dando ao luxo de levar nada para o lado pessoal. A série mescla muito do mundo vivido pelos personagens fora dos palcos e estúdios. Alguns que são brilhantes em cena, possuem uma vida verdadeiramente conturbada fora das entrelinhas. Alguns acham nas drogas e remédios o refúgio e o abismo em que querem se jogar, outros partilham a cama com a solidão e desejos íntimos. Outros ainda destroem seus casamentos e anseios pessoais porque não o sabem administrar com maestria. E esse jogo de conflitos, esse drama, essas aflições é que torna tudo mais interessante ainda. É fenomenal e as atuações brilhantes. 

Google imagens | Tom e Julia <3
Adoro a personagem Eillen Rand (Anjelica Huston) sarcástica e dura na medida certa, a Ivy Lynn (pela brilhante e majestosa Megan Hilty) e a Karen Cartwright (Katharine McPhee). Que voz deliciosa da Ivy e da Karen. Teve uma apresentação (dentre muitas) que a Karen fez, que me deixou de queixo caído. É de aplaudir de pé. A Ivy também é extraordinária, sem comentários. 

Não posso falar mais, senão falarei especificamente de algumas cenas da trama e isso traria muito spoiler para vocês. Fica aqui a forte recomendação e o mandamento de: assistam! Seriado, que apesar de não estar mais no ar continuamente, é maravilhoso. Assisti assim que lançou e até hoje revejo alguns episódios por diversão. É adulto (sem pornografia), leve e pesado ao mesmo tempo. É gostoso de se assistir , na realidade. E nem se preocupem, em breve sai as minhas observações da 2° temporada. Já está agendado e o post pronto na programação do Blog. Quem quiser assistir esse seriado, tem muitos sites de download e vídeos online com as temporadas atualizados. Ou melhor, compre.

E quem aí já assistiu? Concorda com minhas opiniões pessoais? Vamos falar sobre, grande abraço!

Ewerton Lenildo
Ewerton Lenildo

Garanto tudo, menos dignidade. Sou o furacão dos dias mansos e a brisa das trovoadas. Gosto dos detalhes e dos temperos fortes. Tudo o que eu faço na minha vida, faço com supremacia. Onde escrevo: o Viajante das Letras e o Vegano Recifense. 🌲 🌳 🌴

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