20 de novembro de 2015

{RESENHA} A lenda de Högni – O Cinturão de Adhara


Olá seus leitores lindos! Tudo bem com vocês? Espero que sim. <3 Trago hoje a resenha do livro A Lenda de Högni – O Cinturão de Adhara do autor Willian Donadon, autor nacional. Vamos conferir?

Número de Páginas: 304
Ano de Lançamento: 2011
Editora: Novo Século
ISBN: 978-85-7679-541-4


Sinopse: "Quando uma nação de deuses é colocada em risco de guerra contra uma titânide poderosa esquecida, aprisionada num cinturão, Högni é marcado pelo destino como o único capaz de proteger o artefato e salvá-los do problema. Entretanto o cinto acaba inesperadamente sendo usado e a violenta Adhara se liberta com intenções de tomar posse daquela oculta e ancestral dimensão paralela, dominando os continentes e escravizando o povo. A antes fria união e sólida confiança entre as divindades se abala e alguns optam por apoiar a causa inimiga. Agora cabe ao jovem lutar contra sua mais perigosa oponente e proteger os deuses, cumprindo o que foi profetizado, ou sofrer as graves consequências."

De início a escrita do autor já começou me agradando: “Tudo começou num dia frio de inverno, em que o clima trazia o desejo de apenas ficar em casa com um cobertor e algo quente para beber”. Para mim, uma ótima introdução. Isso já me fez parar de pensar em outras besteiras e focar na leitura.

O livro trata de um jovem chamado Henri, que leva uma vida pelo o que se sabe normal, juntamente com sua melhor amiga Beatriz como dois jovens comuns para suas idades. Entretanto, mesmo sem saber, ambos possuem uma ligação poderosa e predestinada com um mundo ao qual nenhum dos dois sequer sabem que existe.

Tudo muda quando Henri é morto por seu pai, por motivos bem sinistros que não posso revelar. rs Em outra dimensão e terras distantes das que conhece, ele é resgatado do rio dos mortos, saindo assim para uma nova vida, uma missão, que vem recheada de revelações, intrigas, paixão, poderes sobrenaturais e verdades incontestáveis. O qual Henri querendo ou não, vai ter que enfrentar com ousadia.

Nesse novo mundo (que não é muito diferente do nosso) Henri recebe um novo nome: Högni, nome esse que carrega um significado especial para ele. Henri/Högni passa agora a se preparar e testar suas habilidades mais desconhecidas para assim poder enfrentar um terrível mal que se aproxima de maneira espantosa e incrivelmente indestrutível. Sendo treinado por deuses e criaturas mágicas, Högni se mostra um verdadeiro guerreiro. Cheio de habilidades e movido pela esperança de conseguir a vitória.

No decorrer da leitura, você se acostuma com alguns hábitos comuns que os deuses praticam (o que é bem estranho no começo da história) e com a leitura se torna tudo bem natural. Hábitos até nossos aqui da Terra. Várias divindades gregas são citadas, cada revelada seus poderes e funções. Muitas coisas acontecem e numa narrativa super agradável, histórias são explicadas e desenvolvidas. Vi-me rodeado de criaturas fantásticas, umas más, outras poderosas e outras simplesmente encantadoras.

Todos os pontos são “fechados” nesse primeiro volume. Iniciando assim o legado de Högni, que tem muita coisa para aprender e viver. Só um gancho puxa para o segundo livro. Nesse segundo volume já iremos entrar num mundo egípcio, mas fantástico e épico até, do que o anterior. Estou bem ansioso para a continuação. :3

A capa é linda na minha opinião; maaaas como não sou 100% a favor dela, espero que nas capas que virão dessa saga, sejam mais bem trabalhadas. Pois a saga tem potencial para mais cuidado da parte da Editora. Que na área de revisão, diagramação está de parabéns. Não encontrei muitos daqueles erros comuns. Só achei dois erros. Enfim, um belo trabalho gráfico.

Obrigado Donadon pela leitura mais que prazerosa. Quero muito ler a continuação. Já sei que vou me afundar nas novas aventuras de Högni. Escrita leve, no ritmo maravilhoso e ótima criação envolvendo mitologia grega (assunto do qual sou fanático HAHA). O livro me prendeu. Por isso recomendo demais! ;)

Ps: Não leiam a sinopse, contêm um spoiler absurdo. Coisas que só vim descobrir do meio do livro pro final. 

Ps ²: eu podia jurar que estava com o livro físico aqui em algum lugar. Procurei e não achei. Caso eu o ache, atualizo aqui o post com imagens do livro, certo? Tirarei fotos legais para o post. :)

Alguém aqui já leu esta literatura nacional? O que achastes? Conversemos. Grande abraço.

Ewerton Lenildo
Ewerton Lenildo

Garanto tudo, menos dignidade. Sou o furacão dos dias mansos e a brisa das trovoadas. Gosto dos detalhes e dos temperos fortes. Tudo o que eu faço na minha vida, faço com supremacia. Onde escrevo: o Viajante das Letras e o Vegano Recifense. 🌲 🌳 🌴

6 comentários:

  1. Vou ter que ler esse livro.... que resenha fantástica! Adorei a história. Obrigado pelo presente.

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  2. Oi Ewerton, tudo bem?
    Gostei muito da resenha! Adoro livros de fantasia e fiquei curiosa pra descobrir porque Henri é morto pelo pai. Parece um bom livro!
    Beijos,

    Priscilla
    http://infinitasvidas.wordpress.com

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    Respostas
    1. Tudo ótimo Priih, e com você?

      É um livro muito bom! Caso leia, me diga o que achou, obrigado pelo comentário. Beijos.

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  3. Oi Ewerton, como vai?
    Tô passando aqui rapidinho só pra dizer que te indiquei para uma tag!
    Confere lá no blog: winterbird.com.br/2015/11/tag-esse-ou-esse.html
    Espero que goste!

    Um beijo!

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    1. Oi Jes! Vai tudo bem, graças ao Bom Deus. E contigo?

      Obrigado, beijos! :)

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Laços atemporais

Não tenho para onde fugir. Desde sempre quando falo de livro, em livro, com livro, meu coração transborda de amor e vício louco. Quando passo numa banca de DVDs não consigo deixá-la de lado. Tenho que ir, ver, comentar, compartilhar, abraçar. Esta categoria representa tudo o que implica a minha mais alta motivação. Sou bibliófilo, cinéfilo de carteirinha. Passo horas em pé na livraria e perco a noção do tempo. Falar de coisas boa me dá combustível para viver e esta categoria está recheada de presentes bons. Saiba mais aqui.

Festim enigmático

Sempre estou em festa quando falo sobre tecnologia, relacionamentos, inspirações, etc. É isto o que esta categoria representa. Queria um nome que representasse festa, ao mesmo tempo que me inspirasse e a palavra "enigmático" cai como uma luva. Trata de uma euforia que não consigo ignorar. Saiba mais aqui.

Atauúba atiaîa

Eu estava procurando uma maneira de homenagear os povos indígenas de alguma forma no meu blog. Pouquíssimas pessoas sabem, mas recentemente descobri que tenho descendência indígena de bem próxima o que me deixou mais apaixonado e agradecido ainda. Procurei algo mais geral, pois é sabido que há inúmeras tribos espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Procurei algo em tupi guarani (língua em que o nome da categoria está escrita) e achei a combinação de duas palavras. Atauúba (flecha incendiária) Atiaîa (raio de luz que reflete luminosidade). O termo Atauúba atiaîa significa a modo grosso "flecha incendiária de luz" e é tudo o que esta categoria representa para mim quando falo de organização, estudos, etc. É uma maneira mínima de honrar nossos irmãos indígenas ainda hoje tão maltratados, perseguidos e injustiçados. Saiba mais aqui.